Descansa na pedra em frente ao mar
Mar infinto de flores
Ondas desmanchando no ar
Mar impossível não se encantar
Mais um dia de sol para você
Mar imaginário de sabores
Nuvens que deveriam chover
Mar infindável para ser
Folhas de romance à luz de vela
Mar e suas ondas espumantes
Mariposas dançantes na aquarela
Mar e as noites já tão belas
Mar e o seu canto de rouxinol
Mar invisível de diamantes
Mar e a certeza no brilho do sol
Marinheiro sentado em frente ao farol
Escrito em dias passados,
Sentimento presente
Sempre..
sexta-feira, 27 de outubro de 2006
terça-feira, 24 de outubro de 2006
Vida***
Que quando o telefone tocou
As pernas titubearam
E quando teu nome piscou
Os olhos brilharam
E te respirar é o que me deixa viver
Carrego-te na alma eternamente
Passo, então, a perceber
Enxergo um mundo em minha frente
Não importa para qual direção olhar
Quantos sabores vou sentir
Se tudo que existe, de você, faz lembrar
Nem mesmo o que é triste, far-me-á desistir
E no peito, guardo a saudade
Ao lado da tua imagem, por vezes distante
Sou um apaixonado de verdade
Pensando no meu amor a todo instante
Já não me imagino sem um pedaço
Pedaço que me faz feliz por ser você
Ainda sinto teu brilho em meus braços
Sei que a vida, sem você, nem vida pode ser
As pernas titubearam
E quando teu nome piscou
Os olhos brilharam
E te respirar é o que me deixa viver
Carrego-te na alma eternamente
Passo, então, a perceber
Enxergo um mundo em minha frente
Não importa para qual direção olhar
Quantos sabores vou sentir
Se tudo que existe, de você, faz lembrar
Nem mesmo o que é triste, far-me-á desistir
E no peito, guardo a saudade
Ao lado da tua imagem, por vezes distante
Sou um apaixonado de verdade
Pensando no meu amor a todo instante
Já não me imagino sem um pedaço
Pedaço que me faz feliz por ser você
Ainda sinto teu brilho em meus braços
Sei que a vida, sem você, nem vida pode ser
sexta-feira, 20 de outubro de 2006
Filme***
As luzes são metade neste quarto
Os momentos são lembrados
Havia uma canção para cada ato
O tempo só é bom ao teu lado
Então você está vestindo o sol
Recortei uma manchete de jornal
Vem você desatando mais um nó
Poderia ficar lendo até o final
Mas está na melhor cena
Olhos nos olhos e corações se apertando
Um romance de cinema
Boca na boca e respirações aumentando
Daqui não saio mais!
Fugiríamos sem precisar de crime
Contigo encontro-me em paz
Poderíamos viver um lindo filme
Os momentos são lembrados
Havia uma canção para cada ato
O tempo só é bom ao teu lado
Então você está vestindo o sol
Recortei uma manchete de jornal
Vem você desatando mais um nó
Poderia ficar lendo até o final
Mas está na melhor cena
Olhos nos olhos e corações se apertando
Um romance de cinema
Boca na boca e respirações aumentando
Daqui não saio mais!
Fugiríamos sem precisar de crime
Contigo encontro-me em paz
Poderíamos viver um lindo filme
domingo, 15 de outubro de 2006
Como pode?***
Como pode uma senhorita não sonhar?
Se tentar lhe mostrar é o mesmo que amar
Amar de modo absoluto sem pensar
Sem querer ao menos deixar
Como pode a onda não beijar a areia?
Banhar a cauda daquela sereia
Girar em torno de si, volta e meia
Tirar sangue da tua veia
Escuto tua voz na minha cabeça
Gritando palavras de ódio e amor
Pedindo-me beijos antes que adormeça
Entortando pétalas furta-cor
Como pode duvidar do meu querer?
Se é você que me mostra o nascer
Que sem você só penso em descer
Que sem você não há por viver
Escrito há 3 dias
Se tentar lhe mostrar é o mesmo que amar
Amar de modo absoluto sem pensar
Sem querer ao menos deixar
Como pode a onda não beijar a areia?
Banhar a cauda daquela sereia
Girar em torno de si, volta e meia
Tirar sangue da tua veia
Escuto tua voz na minha cabeça
Gritando palavras de ódio e amor
Pedindo-me beijos antes que adormeça
Entortando pétalas furta-cor
Como pode duvidar do meu querer?
Se é você que me mostra o nascer
Que sem você só penso em descer
Que sem você não há por viver
Escrito há 3 dias
quinta-feira, 12 de outubro de 2006
Eu, Você e o Infinito***
Acordei com teu sorriso nos meus olhos
Pensei em fechá-los para não se perder
Folheei álbum para contemplar tuas fotos
Abraçei teu retrato para não te esquecer
E quando chego ainda sinto teu cheiro
Espalhando flores por toda casa
Perfume de tulipas que chega primeiro
Percorre corredores até chegar na sala
E deixo a porta aberta para você entrar
Só de pensar meu coração dispara
E não suporto um dia sem te olhar
Só de imaginar meu coração pára
Não vou esperar você ir embora
Vou te levar além do destino
Onde possamos ver tudo de fora
Seremos eu, você e o infinito
Pensei em fechá-los para não se perder
Folheei álbum para contemplar tuas fotos
Abraçei teu retrato para não te esquecer
E quando chego ainda sinto teu cheiro
Espalhando flores por toda casa
Perfume de tulipas que chega primeiro
Percorre corredores até chegar na sala
E deixo a porta aberta para você entrar
Só de pensar meu coração dispara
E não suporto um dia sem te olhar
Só de imaginar meu coração pára
Não vou esperar você ir embora
Vou te levar além do destino
Onde possamos ver tudo de fora
Seremos eu, você e o infinito
Bom Dia sem Você***
Um pedaço de pão molhado de café
A flor já murcha ao lado da colher
A bandeja que lhe trouxe esquecida
Ainda sinto teu calor na cama vazia
O sol faz a manhã não esquecer que é dia
Deixa sua cor nas rendas da cortina
Um casal de pássaros, da árvore, sorri para mim
Meus lábios não se mexem, meus olhos sim
Nadam por entre rios em busca de ti
Aquele anel que me deste continua aqui
Finjo estar bem por não saber por onde andar
De novo você não veio e sei que não vai voltar
Tuas jóias e teu perfume preferido não estão mais lá
Nos armários sobraram o vazio e apenas um colar
Sei que morrerei de saudade dos nossos dias
Sei que viverei a saudade até o fim dos dias
*Escrito nas primeiras horas de outubro..
A flor já murcha ao lado da colher
A bandeja que lhe trouxe esquecida
Ainda sinto teu calor na cama vazia
O sol faz a manhã não esquecer que é dia
Deixa sua cor nas rendas da cortina
Um casal de pássaros, da árvore, sorri para mim
Meus lábios não se mexem, meus olhos sim
Nadam por entre rios em busca de ti
Aquele anel que me deste continua aqui
Finjo estar bem por não saber por onde andar
De novo você não veio e sei que não vai voltar
Tuas jóias e teu perfume preferido não estão mais lá
Nos armários sobraram o vazio e apenas um colar
Sei que morrerei de saudade dos nossos dias
Sei que viverei a saudade até o fim dos dias
*Escrito nas primeiras horas de outubro..
quinta-feira, 5 de outubro de 2006
Anjo que Guarda***
Sou anjo na parede escura
Um quadro esquecido no alto da cama
Sei que sou o espelho da pintura
Segundo entre a faísca e a chama
Ele se deita e nem me vê
Às vezes perde os olhos no breu
Às vezes deixa a luz da TV
Vez ou outra abajur que esqueceu
Ele ora e sorri para ela um sorriso bonito
Diz para mim que vai encontrá-la
Esquece da hora e revela um amor infinito
Então sou a força e desejo que ele pede
Não ponho fim no sonho de amá-la
Sou anjo que guarda amor que não se mede.
Um quadro esquecido no alto da cama
Sei que sou o espelho da pintura
Segundo entre a faísca e a chama
Ele se deita e nem me vê
Às vezes perde os olhos no breu
Às vezes deixa a luz da TV
Vez ou outra abajur que esqueceu
Ele ora e sorri para ela um sorriso bonito
Diz para mim que vai encontrá-la
Esquece da hora e revela um amor infinito
Então sou a força e desejo que ele pede
Não ponho fim no sonho de amá-la
Sou anjo que guarda amor que não se mede.
quinta-feira, 28 de setembro de 2006
Um Lugar no Teu Jardim***
Hoje é quinta-feira de paz
O sol na cortina de pano
Sentado na beira do sofá
Um som que vinha do piano
No ranger da porta
Passos de bailarina até mim
Dois saltos, uma volta
Faço uma rima sem fim
Setembro já vai indo
Dai-me as flores perfumadas
Só desejo vê-la sorrindo
Dai-me as cores costuradas
Pinta meu azul com teu vermelho
Jogue teu olhar sobre mim
Reflita tua luz neste espelho
Mostre meu lugar em teu jardim
*escrito há quatro dias
O sol na cortina de pano
Sentado na beira do sofá
Um som que vinha do piano
No ranger da porta
Passos de bailarina até mim
Dois saltos, uma volta
Faço uma rima sem fim
Setembro já vai indo
Dai-me as flores perfumadas
Só desejo vê-la sorrindo
Dai-me as cores costuradas
Pinta meu azul com teu vermelho
Jogue teu olhar sobre mim
Reflita tua luz neste espelho
Mostre meu lugar em teu jardim
*escrito há quatro dias
segunda-feira, 25 de setembro de 2006
Não Existo Sem meu Brilho***
Um dia tão sem graça
Não adianta o que eu faça
Congelo na dor que não passa
Sei que preciso estar com você
As paredes vazias e sem graça
Não me encanta nada que eu faça
Espero por um tempo que não passa
Sei que já não existo sem você
Um lugar frio e sem graça
Não me espanta que eu nada faça
Desenterro a solidão que não passa
Sei que, aflito e perdido, estou sem você
De repente surge cheia de graça
Não cansa de brilhar, não importa o que faça
Pinta de amarelo dourado por onde passa
Sei que o meu brilho é você!
Não adianta o que eu faça
Congelo na dor que não passa
Sei que preciso estar com você
As paredes vazias e sem graça
Não me encanta nada que eu faça
Espero por um tempo que não passa
Sei que já não existo sem você
Um lugar frio e sem graça
Não me espanta que eu nada faça
Desenterro a solidão que não passa
Sei que, aflito e perdido, estou sem você
De repente surge cheia de graça
Não cansa de brilhar, não importa o que faça
Pinta de amarelo dourado por onde passa
Sei que o meu brilho é você!
sábado, 23 de setembro de 2006
Na Primavera***
As árvores acordaram agitadas
As pessoas parecem cansadas
Nuvens no céu
Fumaça na janela
Pássaros rodeiam as paradas
As cores permacem misturadas
Ferrugem no pincel
Espalhada pela tela
As luzes não mais apagadas
Deixe as cortinas fechadas
Deixe cair o teu véu
Vamos pôr fim nessa espera
A lua se faz encantada
Deixe vir estação esperada
Deixe-me sentir o teu mel
Venha para mim na primavera
*Escrito em dias passados
As pessoas parecem cansadas
Nuvens no céu
Fumaça na janela
Pássaros rodeiam as paradas
As cores permacem misturadas
Ferrugem no pincel
Espalhada pela tela
As luzes não mais apagadas
Deixe as cortinas fechadas
Deixe cair o teu véu
Vamos pôr fim nessa espera
A lua se faz encantada
Deixe vir estação esperada
Deixe-me sentir o teu mel
Venha para mim na primavera
*Escrito em dias passados
domingo, 17 de setembro de 2006
Uma Garoa, Um Encontro***
Sem saber da garoa que se aproxima, segue na rua
Sempre na vida à toa, nas mesmas esquinas, sem lua
O homem caminha a passos lentos, sem direção
Esbarra numa jovem sozinha, momento de desatenção
Procura pelo sorriso que um dia já lhe pertenceu
A chuva é só um aviso do que havia e se perdeu
Tão bela face com o queixo enterrado no peito
A mão dela, de um jeito acanhado, no cabelo
O velho sapato, agora molhado, encarava a sandália
O reflexo dourado, pendurado, lembrava medalha
A moça e seus olhos que seguiam o enrolar dos dedos
A poça era como foto que dividia o encontrar dos segredos
A garoa vai dando lugar a ventania da madrugada
A coroa cai, deixando chegar a covardia esperada
Abre-se a avenida e os destinos são tomados
Partem da esquina com os sorrisos estampados
Sempre na vida à toa, nas mesmas esquinas, sem lua
O homem caminha a passos lentos, sem direção
Esbarra numa jovem sozinha, momento de desatenção
Procura pelo sorriso que um dia já lhe pertenceu
A chuva é só um aviso do que havia e se perdeu
Tão bela face com o queixo enterrado no peito
A mão dela, de um jeito acanhado, no cabelo
O velho sapato, agora molhado, encarava a sandália
O reflexo dourado, pendurado, lembrava medalha
A moça e seus olhos que seguiam o enrolar dos dedos
A poça era como foto que dividia o encontrar dos segredos
A garoa vai dando lugar a ventania da madrugada
A coroa cai, deixando chegar a covardia esperada
Abre-se a avenida e os destinos são tomados
Partem da esquina com os sorrisos estampados
sábado, 16 de setembro de 2006
Sim, Adoro***
Sim, adoro...
Aquele ciúme que existe
A música que lembra você
A discussão que você desiste
O olhar que não fez ao me ver
O som das risadas que vejo
Os dias felizes que nascem,
O tédio enquanto não leio um beijo
Enfim, adoro...
Aquele ciúme que tenho e persiste
A música que me lembra sem querer
A discussão que, as vezes, deixa triste
O olhar que não fiz ao te ver
O sentimento vencido pela teima
As noites acordadas que se fazem,
A certeza de que, para mim, foi feita
No fim, adoro!
Aquele ciúme que existe
A música que lembra você
A discussão que você desiste
O olhar que não fez ao me ver
O som das risadas que vejo
Os dias felizes que nascem,
O tédio enquanto não leio um beijo
Enfim, adoro...
Aquele ciúme que tenho e persiste
A música que me lembra sem querer
A discussão que, as vezes, deixa triste
O olhar que não fiz ao te ver
O sentimento vencido pela teima
As noites acordadas que se fazem,
A certeza de que, para mim, foi feita
No fim, adoro!
segunda-feira, 11 de setembro de 2006
Eterna Criança***
Eu vou à praia soltar pipa
E para a rua girar pião,
Vou escolher uma tulipa
Depois brincar de avião
Eu vou pular amarelinha
Pular até chegar no céu,
Bater figurinha
E girar no carrossel
Eu vou no carrinho de bate-bate
Depois comer algodão doce,
Vou me lambuzar de chocolate
E para a foto, fazer pose
Eu vou rabiscar a parede do quarto
Logo depois de encher a pança,
Ir na roda gigante, gritar lá do alto:
"Vou, para sempre, ser criança!"
E para a rua girar pião,
Vou escolher uma tulipa
Depois brincar de avião
Eu vou pular amarelinha
Pular até chegar no céu,
Bater figurinha
E girar no carrossel
Eu vou no carrinho de bate-bate
Depois comer algodão doce,
Vou me lambuzar de chocolate
E para a foto, fazer pose
Eu vou rabiscar a parede do quarto
Logo depois de encher a pança,
Ir na roda gigante, gritar lá do alto:
"Vou, para sempre, ser criança!"
quinta-feira, 7 de setembro de 2006
Toda Palavra, Uma Alma***
Nomes a serem cantados
Envelopes a serem selados
Nos pés, a lã que aquece
Sem fé, em manhã de prece
Uma brisa que pede passagem
Descobre chance numa fresta
Desliza sobre a pele em viagem
Sopra distante do que resta
O antigo caminho de folhas secas
Esconde espinhos de outras cenas,
Permanece na cabeça que delira
Desaparece na certeza da mentira
E nem a chuva pode arrastar
Passadas largas que almejam o sol
Vem a pintura só de pensar
Passa e abraça os que festejam só
Os ponteiros juntos na calada da noite
Candeeiro escuro na beirada da fonte
Luz calma que recria teu brilho no papel
Lua calada, imita teu sorriso no meu céu
Envelopes a serem selados
Nos pés, a lã que aquece
Sem fé, em manhã de prece
Uma brisa que pede passagem
Descobre chance numa fresta
Desliza sobre a pele em viagem
Sopra distante do que resta
O antigo caminho de folhas secas
Esconde espinhos de outras cenas,
Permanece na cabeça que delira
Desaparece na certeza da mentira
E nem a chuva pode arrastar
Passadas largas que almejam o sol
Vem a pintura só de pensar
Passa e abraça os que festejam só
Os ponteiros juntos na calada da noite
Candeeiro escuro na beirada da fonte
Luz calma que recria teu brilho no papel
Lua calada, imita teu sorriso no meu céu
segunda-feira, 4 de setembro de 2006
E Me Engasga Com Tua Boca***
Sou do tipo que o tempo tapa
Um molho que molha a gente
Não finge tingir e atinge o presente
E se afoga no fogo que não apaga
Chama-me pra chama da tua cama
Vem pra junto, junta a gente, junto!
Manda-me mudar teu mundo
Clama e me acalma, diz que me ama
É sombra que me assombra e sua sobre a mesa
Cai lento sobre o leito aquele lenço
E aqui venta e te invento no que penso
Nobre é o que cobre e descobre a beleza
Ouço da moça que a ousadia é pouca
Aperta-me contra a porta entre aberta
E te trago em meus braços sem trégua
Rasga a roupa e me engasga com tua boca
Não deixo que teu feixe de luz me deixe
Vai aprender a prender-me em teu coração
E dos beijos que não vejo e desejo a sensação
É sol que salta e solta no azul da minha mente
Um molho que molha a gente
Não finge tingir e atinge o presente
E se afoga no fogo que não apaga
Chama-me pra chama da tua cama
Vem pra junto, junta a gente, junto!
Manda-me mudar teu mundo
Clama e me acalma, diz que me ama
É sombra que me assombra e sua sobre a mesa
Cai lento sobre o leito aquele lenço
E aqui venta e te invento no que penso
Nobre é o que cobre e descobre a beleza
Ouço da moça que a ousadia é pouca
Aperta-me contra a porta entre aberta
E te trago em meus braços sem trégua
Rasga a roupa e me engasga com tua boca
Não deixo que teu feixe de luz me deixe
Vai aprender a prender-me em teu coração
E dos beijos que não vejo e desejo a sensação
É sol que salta e solta no azul da minha mente
segunda-feira, 28 de agosto de 2006
São Tiros***
Dias em que as nuvens se abraçam,
Em frente ao espelho, nada além
E aquele vermelho fez-me refém
Dos dias ausentes, que só passam
É nesse estado de sofrimento
As palavras acontecem
São claras mas desaparecem,
Ele sempre deixado ao relento
Equilibro-me na ponta da estrela
Ameaço uma loucura, atirar
Atiro-me na cauda de um cometa
Aponto minhas armas, então finjo dissabor
Desfiro tiros para, em ti, acertar
Escondo as balas, estes são tiros de amor.
Em frente ao espelho, nada além
E aquele vermelho fez-me refém
Dos dias ausentes, que só passam
É nesse estado de sofrimento
As palavras acontecem
São claras mas desaparecem,
Ele sempre deixado ao relento
Equilibro-me na ponta da estrela
Ameaço uma loucura, atirar
Atiro-me na cauda de um cometa
Aponto minhas armas, então finjo dissabor
Desfiro tiros para, em ti, acertar
Escondo as balas, estes são tiros de amor.
quinta-feira, 24 de agosto de 2006
Luz Infinita, Brilho Intenso***
Ele está atrás de verdes campos
Ele se perde em meio aos encantos
Pode ser noite ou dia, sem lugar
Não consegue esquecer aquele olhar
Luz infinita, brilho intenso
Luz infinita, brilho intenso
Saber que essas cores de algodão
Sairão feito flores do chão
Ele a costurar seu peito no dela
Ela a deixar seu beijo na janela
Luz infinita, brilho intenso
Luz infinita, brilho intenso
Ela se esconde em diferentes cantos
Ela desaparece em meio aos prantos
Foge à fonte que fazia acalmar
Então percebe que ele está a amar
Luz infinita, brilho intenso
Luz infinita, brilho intenso
Ela, a resposta para sua questão
Uma aposta contra a paixão
Ela a pensar no amor que dera
Ele a aguentar a dor da espera
Luz infinita, brilho intenso
Nao acaba, não acaba...
Ele se perde em meio aos encantos
Pode ser noite ou dia, sem lugar
Não consegue esquecer aquele olhar
Luz infinita, brilho intenso
Luz infinita, brilho intenso
Saber que essas cores de algodão
Sairão feito flores do chão
Ele a costurar seu peito no dela
Ela a deixar seu beijo na janela
Luz infinita, brilho intenso
Luz infinita, brilho intenso
Ela se esconde em diferentes cantos
Ela desaparece em meio aos prantos
Foge à fonte que fazia acalmar
Então percebe que ele está a amar
Luz infinita, brilho intenso
Luz infinita, brilho intenso
Ela, a resposta para sua questão
Uma aposta contra a paixão
Ela a pensar no amor que dera
Ele a aguentar a dor da espera
Luz infinita, brilho intenso
Nao acaba, não acaba...
quarta-feira, 16 de agosto de 2006
A Resposta e o Adeus de Maria***
Bom, é isso! Não tem mais jeito
Juro que tentei gostar de você
Desisto! São palavras sem efeito
O muro que levantei não é de sapê
Esse meu abraço, uma dó, nunca foi teu!
Se quer saber, nem do teu cheiro eu lembro
Nunca existiu um laço entre nós! Esqueceu?
Essa mulher casa no primeiro sol de setembro
Isso mesmo!
Vou juntar os trapos com o meu amado
Aquele mesmo que te falei
Sem segredo!
A paixão de infância, o primeiro namorado
Serei o tal sorvete que nunca te dei
E nem tente me confundir
Sei que sua prosa é boa, mas é ensaiada
E não pense que eu não quis fugir
Bem sabe que aquela rosa já veio desbotada
Agora você fica aí, feito bêbado sem rumo
Então, que feche os olhos e procure suas nêgas
Fui embora sim! Tão perfeito que larguei até o fumo
Já andei até de avião! Pastel sem óleo e almondegas
Sei que está aí, mas não quer atender.
Sinto o bafo!
Aproveite, pois a minha voz, não mais ouvirá .
Entendeu?
Sei que, na secretária, vai cair. É para você!
E fim de papo!
Aceite e depois verá o mal que havia em, por nós, sonhar.
Adeus!
...
Alô? Maria? Sou eu...
Desligou!
Juro que tentei gostar de você
Desisto! São palavras sem efeito
O muro que levantei não é de sapê
Esse meu abraço, uma dó, nunca foi teu!
Se quer saber, nem do teu cheiro eu lembro
Nunca existiu um laço entre nós! Esqueceu?
Essa mulher casa no primeiro sol de setembro
Isso mesmo!
Vou juntar os trapos com o meu amado
Aquele mesmo que te falei
Sem segredo!
A paixão de infância, o primeiro namorado
Serei o tal sorvete que nunca te dei
E nem tente me confundir
Sei que sua prosa é boa, mas é ensaiada
E não pense que eu não quis fugir
Bem sabe que aquela rosa já veio desbotada
Agora você fica aí, feito bêbado sem rumo
Então, que feche os olhos e procure suas nêgas
Fui embora sim! Tão perfeito que larguei até o fumo
Já andei até de avião! Pastel sem óleo e almondegas
Sei que está aí, mas não quer atender.
Sinto o bafo!
Aproveite, pois a minha voz, não mais ouvirá .
Entendeu?
Sei que, na secretária, vai cair. É para você!
E fim de papo!
Aceite e depois verá o mal que havia em, por nós, sonhar.
Adeus!
...
Alô? Maria? Sou eu...
Desligou!
domingo, 6 de agosto de 2006
Horas Para Viver***
É na primeira hora da alvorada
Quando o jornal bate à porta
E as cortinas brancas ficam douradas
Quando o quintal, de luz, transborda
É hora de puxar a cadeira que descansa,
Largar o copo vazio da noite passada,
Limpar a caixa de madeira, empoeirada
Deixar o sol queimar, sentir a bonança
É nessa hora que as fotografias são vistas
Os dedos deslizam sobre a velha imagem
No cinzeiro , o cigarro aceso convida
E os olhos cerrados em meio a esta viagem
É chegada a hora, a última hora
Aquela em que as fotos se abraçam
Um último trago e é jogado fora
São retratos de fogo que se entrelaçam
Ainda há tempo para ajeitar o chapéu
Abrir os olhos, olhar para as horas sem você
Contemplar as cinzas que voam para o céu
Sair do passado, abraçar o agora e viver
Quando o jornal bate à porta
E as cortinas brancas ficam douradas
Quando o quintal, de luz, transborda
É hora de puxar a cadeira que descansa,
Largar o copo vazio da noite passada,
Limpar a caixa de madeira, empoeirada
Deixar o sol queimar, sentir a bonança
É nessa hora que as fotografias são vistas
Os dedos deslizam sobre a velha imagem
No cinzeiro , o cigarro aceso convida
E os olhos cerrados em meio a esta viagem
É chegada a hora, a última hora
Aquela em que as fotos se abraçam
Um último trago e é jogado fora
São retratos de fogo que se entrelaçam
Ainda há tempo para ajeitar o chapéu
Abrir os olhos, olhar para as horas sem você
Contemplar as cinzas que voam para o céu
Sair do passado, abraçar o agora e viver
sexta-feira, 28 de julho de 2006
Para Você***
Entrego-te todos os meus sorrisos
Todos os olhares
A mais alta estrela e seu brilho
Todos os mares
Dedico-te a canção mais bela
O verso mais apaixonado
Todas as cores da primavera
O sonho mais encantado
Dou-te os pássaros e o azul do céu
As margens, os riachos e os ventos
Todas as belezas retocadas com pincel
As paisagens, as montanhas e o tempo
Trago-te a ilha perdida e a luz do farol
Todos os caminhos, todo o calor
As flores, a brisa, a lua e o sol
Todo meu carinho, todo o amor
Todos os olhares
A mais alta estrela e seu brilho
Todos os mares
Dedico-te a canção mais bela
O verso mais apaixonado
Todas as cores da primavera
O sonho mais encantado
Dou-te os pássaros e o azul do céu
As margens, os riachos e os ventos
Todas as belezas retocadas com pincel
As paisagens, as montanhas e o tempo
Trago-te a ilha perdida e a luz do farol
Todos os caminhos, todo o calor
As flores, a brisa, a lua e o sol
Todo meu carinho, todo o amor
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