Deixo o resto de café para depois
Ponho-me à tirar a mesa desse jantar
Empresto a fé para nós dois
Sonho com o brindar que não virá
O vento frio que vem da porta
A água que molha o seu cabelo
Está vendo? Nada disso me importa
Nem mágoa, nem hora, nem medo
Deixo que o lume da vela se vá
Fecho as cortinas para as estrelas
Sinto, no teu perfume, aquela paz
Meço nas rimas tão bela princesa
Sou rouco grito que chama por você
Quero, dos teus braços, fazer parte
Tampouco imagino-me sem te ter
Entrego-me, pois sem ti sou metade
Senta aqui do meu ladinho, vai
Agora que estamos vivendo este fim
Esquenta-me um pouquinho mais
Já estou morrendo dentro de mim
sábado, 8 de julho de 2006
quinta-feira, 6 de julho de 2006
Enquanto Não Chegava***
Ao som da espera
Quem bate é o sino
Tua voz é meu hino
O tom da quimera
As horas aflitas
A ciranda dos ponteiros
Já é quase o tempo inteiro
Vou embora sem as fitas
O peito já quieto
Borboletas calminhas
Tuas lembranças nas minhas
Sem tê-la aqui por perto
Então o balé dos teus pés
Teus olhos a dançar
Teu rosto a me encontrar
Tive razão, pois linda, tu és
Quem bate é o sino
Tua voz é meu hino
O tom da quimera
As horas aflitas
A ciranda dos ponteiros
Já é quase o tempo inteiro
Vou embora sem as fitas
O peito já quieto
Borboletas calminhas
Tuas lembranças nas minhas
Sem tê-la aqui por perto
Então o balé dos teus pés
Teus olhos a dançar
Teu rosto a me encontrar
Tive razão, pois linda, tu és
quinta-feira, 29 de junho de 2006
O Abraço do Menino***
O menino descansa
Deitado, faz do céu um espelho
O sol se levanta
Cobre de luz o teu anel vermelho
O menino tem seus olhos fechados
Um sorriso e pés descalços
O calor ao lado,
A mão dela em seus braços
O menino já não se cansa
Amado, pinta de amor o seu peito
E só ela o encanta
Descobre no azul do céu, seu desejo
O menino, nela, quase inclinado
Faz sombra no fulgor dos lábios
Olhos abertos, versos dourados
Tão bela, um beijo e um abraço apertado
Deitado, faz do céu um espelho
O sol se levanta
Cobre de luz o teu anel vermelho
O menino tem seus olhos fechados
Um sorriso e pés descalços
O calor ao lado,
A mão dela em seus braços
O menino já não se cansa
Amado, pinta de amor o seu peito
E só ela o encanta
Descobre no azul do céu, seu desejo
O menino, nela, quase inclinado
Faz sombra no fulgor dos lábios
Olhos abertos, versos dourados
Tão bela, um beijo e um abraço apertado
quarta-feira, 28 de junho de 2006
Flor na Sacada***
Uma senhorita que vem sorrindo
Uma dama que caminha em devaneios
Balança teu lenço, tão lindo
Chama que acende em segredo
Sopro de vida em um beijo
Flor, que na sacada
Dança, calada, ao som do vento
Amor que brilha já sem jeito
O coração voando, eu a observar
Esperando o dia em que , aqui, pousará
Uma dama que caminha em devaneios
Balança teu lenço, tão lindo
Chama que acende em segredo
Sopro de vida em um beijo
Flor, que na sacada
Dança, calada, ao som do vento
Amor que brilha já sem jeito
O coração voando, eu a observar
Esperando o dia em que , aqui, pousará
sábado, 3 de junho de 2006
Como Lago Azul***
Um beijo para quem quiser
Um sonho, uma mulher
Beleza em forma de desejo
Ponho na mesa teu café
Nuvem de flor no meu céu
Chuva de amor feito véu
Na parede, retratos se confundem
São plumas ao vento, sabor mel
Um toque sensível nas tuas mãos
E os olhos clareados de atenção
Azuis como o lago em que me afogo
Tendo-me invisível, rumo ao chão
O nó na garganta que me abraça e sufoca
É o mesmo que me prende à sua volta
Tento guardar-te em viagem que se passa,
Mas vem o tempo, que se adianta e fecha a porta
Um sonho, uma mulher
Beleza em forma de desejo
Ponho na mesa teu café
Nuvem de flor no meu céu
Chuva de amor feito véu
Na parede, retratos se confundem
São plumas ao vento, sabor mel
Um toque sensível nas tuas mãos
E os olhos clareados de atenção
Azuis como o lago em que me afogo
Tendo-me invisível, rumo ao chão
O nó na garganta que me abraça e sufoca
É o mesmo que me prende à sua volta
Tento guardar-te em viagem que se passa,
Mas vem o tempo, que se adianta e fecha a porta
quinta-feira, 1 de junho de 2006
Presente do Vento***
Era dia,
um frio intenso
Era uma tarde sem sol
Dia sem arte,
uma dó
Havia pouco riso, muito vento
A dança das folhas secas no jardim
Espiada pelo balançar dos galhos..
Na rua,
a criança vestia os retalhos
Na esperança da cura
de uma dor sem fim
O vento teimava em gritar
Janelas foram sendo fechadas
Nada o fazia parar!
Nesse momento,
passos!
Todos em direção ao jardim
Veio em tom verde fraco,
E assim,
entregue pelo vento
Foi teu presente para mim
um frio intenso
Era uma tarde sem sol
Dia sem arte,
uma dó
Havia pouco riso, muito vento
A dança das folhas secas no jardim
Espiada pelo balançar dos galhos..
Na rua,
a criança vestia os retalhos
Na esperança da cura
de uma dor sem fim
O vento teimava em gritar
Janelas foram sendo fechadas
Nada o fazia parar!
Nesse momento,
passos!
Todos em direção ao jardim
Veio em tom verde fraco,
E assim,
entregue pelo vento
Foi teu presente para mim
domingo, 28 de maio de 2006
Tempo de Te Encontrar***
Duas portas abertas
Um convite para dançar
Quase uma volta completa
E um brinde do lado de lá
O som daquelas lágrimas
E os risos para disfarçar
Nas mãos dela, as páginas
Um livro que a faz chorar
Nessa casa que abriga meu bater
A ausência teima em ficar
Uma peça divina sem meu querer
Diferença que ajeita meu lar
Todo esse tempo, fez-se um segundo
Um sofrer ter que esperar
Triste momento, sem fim nem fundo
Sem saber quando encontrar
Um convite para dançar
Quase uma volta completa
E um brinde do lado de lá
O som daquelas lágrimas
E os risos para disfarçar
Nas mãos dela, as páginas
Um livro que a faz chorar
Nessa casa que abriga meu bater
A ausência teima em ficar
Uma peça divina sem meu querer
Diferença que ajeita meu lar
Todo esse tempo, fez-se um segundo
Um sofrer ter que esperar
Triste momento, sem fim nem fundo
Sem saber quando encontrar
sexta-feira, 26 de maio de 2006
Jogo de Luz***
Sentemos aqui frente ao fogo
Vê aquele laço cor de esquecimento?
É lembrança daquele jogo
Jogo sem rumo, sem momento
Lá da janela ainda vejo a sua sombra
Em meio as outras, é a mais forte
Mas se olhar muito, sentirá o vento contra
É estranho, era um jogo de sorte
Se para cima olhar,
Verá luz se aproximando
Foi ela que nesse tempo, iluminou o meu caminhar
Você não voltou, estive esperando
Agora é essa luz que me encanta
Não se preocupe em se lamentar
Vivo nessa hora, de uma nova esperança
É luz que vem voando para cá
Vê aquele laço cor de esquecimento?
É lembrança daquele jogo
Jogo sem rumo, sem momento
Lá da janela ainda vejo a sua sombra
Em meio as outras, é a mais forte
Mas se olhar muito, sentirá o vento contra
É estranho, era um jogo de sorte
Se para cima olhar,
Verá luz se aproximando
Foi ela que nesse tempo, iluminou o meu caminhar
Você não voltou, estive esperando
Agora é essa luz que me encanta
Não se preocupe em se lamentar
Vivo nessa hora, de uma nova esperança
É luz que vem voando para cá
quarta-feira, 10 de maio de 2006
O que Houver***
Pegar-me sorrindo é tão natural
Olhando para o teu retrato
Imaginando o nosso carnaval
Levar-te para a montanha
A mais alta que houver
Abraçar-te por um instante
Infinito istante, surreal
Sentir o calor de tão bela mulher
Beijar-te e contigo ficar
Para sempre eternos amantes
Olhar-te é o meu estar, o meu viver
E haja o que houver no final
Pois não consigo parar de pensar em você
Olhando para o teu retrato
Imaginando o nosso carnaval
Levar-te para a montanha
A mais alta que houver
Abraçar-te por um instante
Infinito istante, surreal
Sentir o calor de tão bela mulher
Beijar-te e contigo ficar
Para sempre eternos amantes
Olhar-te é o meu estar, o meu viver
E haja o que houver no final
Pois não consigo parar de pensar em você
segunda-feira, 8 de maio de 2006
Perfeito***
Os olhos abertos depois
Nada conseguem ver
Luz que ofusca o incerto, pois
Fechados só enxergam você
Aquelas estrelas reluzentes
Nada mais significam
Belas uma vez, agora decadentes
Sem vida, não brilham
Esqueceram-se os beijos
O sofá já não nos abriga
Esconderam-se tão cedo
E o cantar já não me anima
Foi-se então um coração
Restou dor naquele peito
Lamentações, todas em vão
Acabou-se o que era perfeito
Nada conseguem ver
Luz que ofusca o incerto, pois
Fechados só enxergam você
Aquelas estrelas reluzentes
Nada mais significam
Belas uma vez, agora decadentes
Sem vida, não brilham
Esqueceram-se os beijos
O sofá já não nos abriga
Esconderam-se tão cedo
E o cantar já não me anima
Foi-se então um coração
Restou dor naquele peito
Lamentações, todas em vão
Acabou-se o que era perfeito
quinta-feira, 4 de maio de 2006
Vem pra me Amar***
Vem cá, vem!
Vem me dar aquele afago
Vem cá!
E deixa de lado aquele estrago
Vem ver o que há além
Vem me namorar!
Vem que eu não estou bem
Vem pra me amar!
Vem cá, vem!
Vem me dar aquele afago
Vem cá!
E deixa de lado aquele estrago
Vem ver o que há além
Vem me namorar!
Vem que eu não estou bem
Vem pra me amar!
Vem cá, vem!
segunda-feira, 1 de maio de 2006
O Vagabundo***
Sobriamente queria estar
Aquele vagabundo que vem lá
Diferente de noites passadas
Bebedeira que nem ressaca dava
E como andava feio, aos tropeços
Fazia da sarjeta o seu endereço
Ele era outro e não se importava
Por onde ia, seu copo o acompanhava
Quando a luz da manhã chegou
Os olhos do chão ele tirou
Seu rosto amassado, queimava
Lembranças da noite não carregava
Cabisbaixo, meteu a mão no bolso
Aliviou ainda mais a gravata do pescoço
Puxou um último cigarro, pensava
Pela calçada amarelada, caminhava
Sobriamente queria estar
Aquele vagabundo que vem lá
Seus pensamentos, só nela estava
Na vodka! Naquela garrafa!
Aquele vagabundo que vem lá
Diferente de noites passadas
Bebedeira que nem ressaca dava
E como andava feio, aos tropeços
Fazia da sarjeta o seu endereço
Ele era outro e não se importava
Por onde ia, seu copo o acompanhava
Quando a luz da manhã chegou
Os olhos do chão ele tirou
Seu rosto amassado, queimava
Lembranças da noite não carregava
Cabisbaixo, meteu a mão no bolso
Aliviou ainda mais a gravata do pescoço
Puxou um último cigarro, pensava
Pela calçada amarelada, caminhava
Sobriamente queria estar
Aquele vagabundo que vem lá
Seus pensamentos, só nela estava
Na vodka! Naquela garrafa!
quinta-feira, 27 de abril de 2006
Cor de Vinho***
Bem longe, bem adiante
Um nome vem radiante,
Vem com sol e calor
Tem dó e muito amor
Letra minúscula na frente
Estrela insegura e indecente
Com reticências no final
E aparência de jornal
Cor de vinho suave
Que ficou sozinho em frase
Um abraço dando sentido às aspas
E um laço colorido na capa
Páginas sem numeração
Molhadas de lágrimas em vão
Dois pontos e um sorriso
Já estou pronto e indeciso
Um pouco calado nesses dias
Ouço um ditado sem rimas
Sei que não me faço em parágrafo
Mas numa interrogação eu me acho
Um nome vem radiante,
Vem com sol e calor
Tem dó e muito amor
Letra minúscula na frente
Estrela insegura e indecente
Com reticências no final
E aparência de jornal
Cor de vinho suave
Que ficou sozinho em frase
Um abraço dando sentido às aspas
E um laço colorido na capa
Páginas sem numeração
Molhadas de lágrimas em vão
Dois pontos e um sorriso
Já estou pronto e indeciso
Um pouco calado nesses dias
Ouço um ditado sem rimas
Sei que não me faço em parágrafo
Mas numa interrogação eu me acho
terça-feira, 25 de abril de 2006
Desabando e Caindo, Sustento-me***
Trovões e gritos sujam de medo
O corredor por onde veio
Paredes descascadas sem quadros
Conflitos num seio desabitado
Manchas de solidão e desespero
Fendas desenhadas com desprezo
Vento encanado que ameaça o lume
E a podridão a completar o negrume
Céu inquieto, dançando ao som do tango
Dúvidas em nuvens formando um oceano
Seres e mitos sonhando com a verdade
E espectros que a seduzem à sua maldade
Sussurros do chão confundindo
Tudo ao redor desabando e sumindo
Entre as estrelas que sobrevivem ao tempo
Vultos te mostram e em ti me sustento
O corredor por onde veio
Paredes descascadas sem quadros
Conflitos num seio desabitado
Manchas de solidão e desespero
Fendas desenhadas com desprezo
Vento encanado que ameaça o lume
E a podridão a completar o negrume
Céu inquieto, dançando ao som do tango
Dúvidas em nuvens formando um oceano
Seres e mitos sonhando com a verdade
E espectros que a seduzem à sua maldade
Sussurros do chão confundindo
Tudo ao redor desabando e sumindo
Entre as estrelas que sobrevivem ao tempo
Vultos te mostram e em ti me sustento
sábado, 22 de abril de 2006
História, Uma Vez Lá Fora***
E tantos contos se fizeram
Alguns poucos souberam
Prantos outros derramaram
À luz do fogo se queimaram
Beijos despedaçados na memória
Faço-me apaixonado em história
Vejo ameaçado, o tom da vitória
Ouço em tom desgraçado, essa glória
Condenam àqueles que amam
Condenados por eles! Que sofram!
Encenam parênteses em vão
Enganados pelo ciúme! Perderão!
Deixa de lado, ao meu lado, a senhora
Esqueça do rancor de nao ser amado agora
Paixão sem cor, amargurada, notória!
Cresça pelo amor que uma vez sentiu lá fora!
Alguns poucos souberam
Prantos outros derramaram
À luz do fogo se queimaram
Beijos despedaçados na memória
Faço-me apaixonado em história
Vejo ameaçado, o tom da vitória
Ouço em tom desgraçado, essa glória
Condenam àqueles que amam
Condenados por eles! Que sofram!
Encenam parênteses em vão
Enganados pelo ciúme! Perderão!
Deixa de lado, ao meu lado, a senhora
Esqueça do rancor de nao ser amado agora
Paixão sem cor, amargurada, notória!
Cresça pelo amor que uma vez sentiu lá fora!
O Dia "D"ele***
Ele fez anos
A sorte e o azar...
Sofrendo de desencantos
Quase morte de lá
Agradeço por ser amigo,
Por ter mãos sinceras
E bebo por ser querido,
Palavras de emoção à espera
Não gosto quando finge
Vive de sonhos e fantasia
Não posso, pois me aflige
Insiste em vestir a alegria
Mais uma vez se repete
Aprenda! Diga! Brigue!
Dessa vez não espere,
Entenda! Sorria e respire...
A sorte e o azar...
Sofrendo de desencantos
Quase morte de lá
Agradeço por ser amigo,
Por ter mãos sinceras
E bebo por ser querido,
Palavras de emoção à espera
Não gosto quando finge
Vive de sonhos e fantasia
Não posso, pois me aflige
Insiste em vestir a alegria
Mais uma vez se repete
Aprenda! Diga! Brigue!
Dessa vez não espere,
Entenda! Sorria e respire...
quarta-feira, 19 de abril de 2006
O Poeta Ausente***
Aquela ponte enfim teve seu final
O caminho ficou estreito, deficiente
Tão bela fez-se em mim, surreal
Carinhos ao relento, presente
Pensamentos e devaneios realizados
Obra prima, arte final, pintura
Momentos de prazer ao seu lado
Olhar em rimas, parte da moldura
Brilho intenso, paixão aflorada
Segredos e encontros escondidos,
Sorriso imenso, emoção escancarada
Medos e contos proibidos
No fim, saudade, beijos de despedida
O poeta ausente, não acordou, nem se fez
Emfim, verdade, desespero na partida
A porta aberta, mostrou a dor mais uma vez
O caminho ficou estreito, deficiente
Tão bela fez-se em mim, surreal
Carinhos ao relento, presente
Pensamentos e devaneios realizados
Obra prima, arte final, pintura
Momentos de prazer ao seu lado
Olhar em rimas, parte da moldura
Brilho intenso, paixão aflorada
Segredos e encontros escondidos,
Sorriso imenso, emoção escancarada
Medos e contos proibidos
No fim, saudade, beijos de despedida
O poeta ausente, não acordou, nem se fez
Emfim, verdade, desespero na partida
A porta aberta, mostrou a dor mais uma vez
terça-feira, 11 de abril de 2006
O Retrato***
Sinto teu perfume cada vez mais perto
Abro a gaveta e toco seu rosto em fotografia
Fito um vagalume num céu deserto
Reparo uma estrela, logo vem o gosto da magia
O céu tem chuva nobre, quase assim, parada
A lua não se faz, em meio as montanhas, esconde-se
O véu da viúva encobre a face no fim da estrada
Numa paz, feito estranha, vem lá de longe
Vem contornando as poças no jardim
Teu sapato, ensopado, clama por repouso
Vem caminhando a moça para mim
Teu retrato, marcado pelas chamas, largar não ouso
Abro a porta, trêmulas estão as mãos
O jeito leve que tem, faz teu manto desfalecer
Olho em volta, vejo paixão, emoção
Beijo sua pele, pois sei que meu encanto é você.
sexta-feira, 7 de abril de 2006
Os Quatro Cantos***
A cor é vermelha
Com arte se assemelha
Uma beleza feminina
Fez-se o canto da menina
Chegamos em meio as cores
Alegria, canções e flores
No entanto tulipa é a favorita
É o canto da menina das fitas
Felicidade em forma de retrato
Fotografias, sempre um relato
Existe um campo florido e grande
Um clique no canto do sorriso contagiante
Versos trazidos pelas borboletas
Um sorriso escondido, cor de violeta
Tem natureza, um encanto feliz
É a beleza do canto da miss
*Sei que mais cantos se fazem..
Muitos cantos, muitos encantos, escolha o seu!*
Com arte se assemelha
Uma beleza feminina
Fez-se o canto da menina
Chegamos em meio as cores
Alegria, canções e flores
No entanto tulipa é a favorita
É o canto da menina das fitas
Felicidade em forma de retrato
Fotografias, sempre um relato
Existe um campo florido e grande
Um clique no canto do sorriso contagiante
Versos trazidos pelas borboletas
Um sorriso escondido, cor de violeta
Tem natureza, um encanto feliz
É a beleza do canto da miss
*Sei que mais cantos se fazem..
Muitos cantos, muitos encantos, escolha o seu!*
domingo, 2 de abril de 2006
Primeiro Encontro***
E sentado naquele banco
Permanece o moço de branco,
Chapéu no colo
Relógio no bolso
O sol escaldante do meio dia
A praça calada, vazia
Ele levanta, caminha
Pára, fita
No meio do verde, uma rosa
Vem desfilando toda vistosa
Laço no cabelo
Sem pressa, sem hora
Passos delicados, contados
Canção nos lábios pintados,
Caminha a bailarina
Ao encontro do primeiro namorado.
Permanece o moço de branco,
Chapéu no colo
Relógio no bolso
O sol escaldante do meio dia
A praça calada, vazia
Ele levanta, caminha
Pára, fita
No meio do verde, uma rosa
Vem desfilando toda vistosa
Laço no cabelo
Sem pressa, sem hora
Passos delicados, contados
Canção nos lábios pintados,
Caminha a bailarina
Ao encontro do primeiro namorado.
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